Terremoto hoje em Japão
Tremores registrados na área de Japão nas últimas semanas, do mais recente para o mais antigo.
Informação automática a partir de catálogos científicos. Em caso de emergência, siga a Defesa Civil e o serviço geológico do seu país.
Magnitude
4,9
Leve (4 a 4,9)
3 km WSW of Shibayama, Japan · 07/10/2026, 19:13 UTC
Valor
25
Magnitude ≥ 2,5 · 30 dia
| Magnitude | Local | Quando | Profundidade | Categoria |
|---|---|---|---|---|
| 4,4 | 100 km ESE of Takahagi, Japan | 15/10/2026, 02:05 UTC | 36 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,4 | 45 km SSE of Ōfunato, Japan | 14/10/2026, 13:19 UTC | 57 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,1 | 81 km NE of Esashi, Japan | 13/10/2026, 00:35 UTC | 277 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,4 | 54 km E of Miyako, Japan | 12/10/2026, 17:25 UTC | 35 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,5 | 53 km S of Kushiro, Japan | 12/10/2026, 03:44 UTC | 66 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,6 | Volcano Islands, Japan region | 12/10/2026, 00:53 UTC | 200 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,7 | 6 km ESE of Tōgane, Japan | 11/10/2026, 16:24 UTC | 56 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,8 | 165 km SSE of Miyakojima, Japan | 11/10/2026, 12:13 UTC | 10 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,4 | 28 km SSE of Nemuro, Japan | 09/10/2026, 16:46 UTC | 68 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,0 | 9 km ENE of Nakatonbetsu, Japan | 09/10/2026, 09:49 UTC | 278 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,2 | 195 km WSW of Fukaura, Japan | 09/10/2026, 02:36 UTC | 269 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,2 | 103 km ENE of Noda, Japan | 08/10/2026, 19:23 UTC | 35 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,6 | Izu Islands, Japan region | 08/10/2026, 18:32 UTC | 96 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,6 | 124 km ESE of Iwaki, Japan | 08/10/2026, 04:41 UTC | 46 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,3 | 15 km ENE of Ōarai, Japan | 07/10/2026, 22:14 UTC | 80 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,6 | 9 km NNE of Midori, Japan | 07/10/2026, 19:36 UTC | 96 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,9 | 3 km WSW of Shibayama, Japan | 07/10/2026, 19:13 UTC | 73 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,3 | Volcano Islands, Japan region | 07/10/2026, 17:59 UTC | 249 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,2 | 101 km ENE of Noda, Japan | 07/10/2026, 01:31 UTC | 30 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,5 | 25 km ESE of Iwaki, Japan | 07/10/2026, 00:22 UTC | 60 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,6 | Izu Islands, Japan region | 06/10/2026, 04:28 UTC | 10 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,3 | 42 km SW of Urakawa, Japan | 06/10/2026, 01:48 UTC | 71 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,7 | 76 km NNE of Yonakuni, Japan | 05/10/2026, 13:30 UTC | 155 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,3 | Bonin Islands, Japan region | 05/10/2026, 00:39 UTC | 134 km | Leve (4 a 4,9) |
| 4,0 | 33 km NNW of Uken, Japan | 04/10/2026, 23:39 UTC | 91 km | Leve (4 a 4,9) |
Como ler estes números
Posição: 23.1° / 46.6° lat, 123.0° / 146.8° lon
Faixa
| Faixa | O que significa |
|---|---|
| Micro (menos de 2) | Só os sismógrafos registram. Ninguém sente. |
| Menor (2 a 3,9) | Às vezes sentido perto do epicentro, sem danos. |
| Leve (4 a 4,9) | Sentido por muita gente, objetos tremem, danos raros. |
| Moderado (5 a 5,9) | Danos em construções frágeis perto do epicentro. |
| Forte (6 a 6,9) | Pode destruir edifícios em até cem quilômetros. |
| Grande (7 a 7,9) | Danos graves em áreas extensas. |
| Extremo (8 ou mais) | Destruição em centenas de quilômetros; risco de tsunami. |
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Como ler esta página
Como ler a magnitude
Cada ponto inteiro de magnitude multiplica por cerca de 31,6 a energia liberada. Entre o maior desta lista (4,9) e um de magnitude 2,5 a diferença é de ordens de grandeza, não de porcentagem.
De onde vem a lista
Os 25 registros vêm do catálogo do USGS (e, na Europa, do EMSC), filtrados pela caixa de coordenadas de Japão: 23,1° / 46,6° lat, 123,0° / 146,8° lon. A hora de cada linha é a do próprio catálogo, em UTC.
Dado preliminar
Magnitude e profundidade das primeiras horas são preliminares e mudam quando mais estações entram no cálculo. Esta página não emite alerta e não substitui a defesa civil.
O que fazer num tremor
A recomendação oficial é agachar, proteger a cabeça e segurar em algo firme, longe de janela, até o tremor parar. O guia completo está no portal de preparação do governo dos Estados Unidos.
Entendendo a atividade sísmica em Japão
Com que frequência tremeu em Japão nos últimos 30 dias?
Nos últimos 30 dias o catálogo registrou 25 sismos de magnitude 2,5 ou mais na área de Japão, uma média de 5,8 por semana na janela coberta por esta página.
Da lista de Japão, 0 ficaram abaixo de magnitude 4 (sentidos de perto, sem estrago), 25 entre 4 e 5 e 0 em 5 ou mais — é a proporção normal de qualquer região sísmica: muitos pequenos, poucos grandes.
O que significa magnitude 4,9 em Japão?
O maior sismo da janela em Japão foi de magnitude 4,9 (Leve (4 a 4,9)), em 3 km WSW of Shibayama, Japan, em 07/10/2026, 19:13 UTC. A escala é logarítmica: esse evento liberou cerca de 3.981 vezes mais energia que um de magnitude 2,5. Entre 4 e 5 o tremor acorda gente, mexe objeto na prateleira e raramente passa de rachadura em reboco.
Por que Japão tem terremotos?
A área coberta por esta página (23,1° / 46,6° lat, 123,0° / 146,8° lon) fica no Anel de Fogo do Pacífico, a faixa de zonas de subducção que concentra a maior parte dos terremotos do planeta: ali uma placa oceânica desce por baixo de outra, acumula tensão e a libera em ruptura. A profundidade mediana dos registros desta lista é de 71 km, e 48% deles são rasos (menos de 70 km), que é a faixa que mais sacode a superfície.
Palavras desta página
Magnitude
Medida do tamanho do terremoto na fonte, numa escala logarítmica: cada ponto inteiro multiplica por cerca de 31,6 a energia liberada. Um sismo de magnitude 7 solta mil vezes mais energia que um de magnitude 5, e não 1,4 vez.
Definição padronizada por U.S. Geological Survey (USGS) — ANSS ComCat · Magnitude
Richter e magnitude de momento
A escala Richter, de 1935, foi calibrada para sismógrafos da Califórnia e satura: acima de 7 ela deixa de distinguir eventos. As agências hoje publicam a magnitude de momento (Mw), calculada do momento sísmico — área da falha, deslocamento e rigidez da rocha. É isso que o noticiário continua chamando de "escala Richter".
Definição padronizada por U.S. Geological Survey (USGS) — ANSS ComCat · Richter e magnitude de momento
Profundidade do foco
Quantos quilômetros abaixo da superfície a ruptura começou. O USGS chama de rasa até 70 km, intermediária de 70 a 300 km e profunda acima disso. Um sismo raso sacode muito mais a superfície do que um profundo de mesma magnitude.
Definição padronizada por U.S. Geological Survey (USGS) — ANSS ComCat · Profundidade do foco
Epicentro
Ponto na superfície diretamente acima do foco do terremoto, onde a ruptura começou. O lugar que o catálogo cita é a referência geográfica mais próxima do epicentro, não necessariamente a cidade mais atingida: isso depende da profundidade e do tipo de solo.
Dado preliminar
Medição publicada logo depois de ser coletada, antes da revisão final da agência. Ela pode ser corrigida ou retirada: magnitude de terremoto muda nas primeiras horas, leitura de qualidade do ar é revista semanas depois. Serve para decidir o seu dia, não para fim regulatório nem para processo.
Réplica
Terremoto menor que segue um evento maior na mesma falha, enquanto a rocha acomoda a nova distribuição de tensão. As réplicas são mais frequentes nas primeiras horas e podem continuar por meses, sempre com magnitude menor que o evento principal.
Dado de 16/10/2026, 02:28 UTC
- U.S. Geological Survey — Earthquake Hazards ProgramLicença: Domínio público (U.S. Public Domain) · Crédito: U.S. Geological Survey (USGS)
- GeoNames cities15000Licença: CC BY 4.0 · Crédito: Dados de cidades: GeoNames (CC BY 4.0)
- Dados de cidades: GeoNames (CC BY 4.0)
Como ler estes números
A consulta usa uma caixa de coordenadas em torno de Japão, mostrada ao fim da página. Por isso a lista pode incluir um sismo logo além da fronteira ou no mar próximo, o que é útil: um tremor forte a cem quilômetros da costa é sentido em terra.
Perguntas frequentes
- Houve terremoto em Japão hoje?
- Se a primeira linha da tabela tem a data de hoje, sim. Quando não há registro recente, a tabela mostra os tremores anteriores do período consultado para você ter referência.
- Por que aparecem sismos pequenos aqui?
- Onde a rede sismográfica é densa, o catálogo registra magnitudes baixas que ninguém sente. Isso faz uma região bem monitorada parecer mais ativa do que outra com poucas estações.