Tempo e Natureza

Os furacões mais intensos já medidos

O ranking usa o HURDAT2, o banco de melhores trajetórias do National Hurricane Center, que revisa cada tempestade depois da temporada.

Os avisos oficiais são do National Hurricane Center e da defesa civil do seu país. Esta página é informativa e não substitui aviso oficial.

NomeAnoktkm/hhPaCategoria
Patricia2015185343872Categoria 5
Melissa2025165306892Categoria 5
Allen1980165306899Categoria 5
Wilma2005160296882Categoria 5
Gilbert1988160296888Categoria 5
Linda1997160296902Categoria 5
Dorian2019160296910Categoria 5
Paka1997160296—Categoria 5
Rita2005155287895Categoria 5
Milton2024155287895Categoria 5
Mitch1998155287905Categoria 5
Rick2009155287906Categoria 5
Irma2017155287914Categoria 5
Camille1969150278900Categoria 5
Katrina2005150278902Categoria 5
Dean2007150278905Categoria 5
Maria2017150278908Categoria 5
Janet1955150278914Categoria 5
Andrew1992150278922Categoria 5
David1979150278924Categoria 5
Anita1977150278926Categoria 5
Felix2007150278929Categoria 5
John1994150278929Categoria 5
Patsy1959150278—Categoria 5
Ivan2004145269910Categoria 5

Como ler estes números

A lista considera tempestades a partir de 1950, quando os voos de reconhecimento tornaram as medições comparáveis. Intensidade não é o mesmo que número de mortes ou prejuízo: isso depende de onde a tempestade atingiu terra e de quanta gente morava ali.

O recorde de vento é do Patricia, no Pacífico Nordeste em 2015, com 185 nós. O de pressão mais baixa no Atlântico é do Wilma, em 2005, com 882 hPa.

Perguntas frequentes

Qual foi o furacão mais forte do Atlântico?
Pelo vento sustentado, Allen (1980) e Dorian (2019) empatam em 160 nós; pela pressão, Wilma (2005) com 882 hPa.
E o mais mortal?
O furacão de Galveston, em 1900, com cerca de oito mil mortes nos Estados Unidos, e o Mitch, em 1998, com mais de onze mil na América Central.

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